Como forma de auxiliar as pessoas que necessitam de tratamento para a dependência química, o vereador Celso Gomes dos Reis Aprigio, o Celso Concrenova (PSDB), propôs e teve aprovado esta semana na Câmara projeto de lei dispondo sobre a obrigatoriedade dos hospitais e similares afixarem, em local visível e de fácil acesso ao público, uma relação dos grupos de Alcoólicos Anônimos (AA), Narcóticos Anônimos (NA) e Amor Exigente (AE).
A propositura determina a implantação de uma medida simples, que é a colocação de listas dos grupos. “É muito comum pessoas sofrerem de um vício, legal ou ilegal, e desejarem ajuda, mas muitos desconhecem que a cidade tem os grupos de apoio”, defende Celso. O líder da bancada tucana no Legislativo menciona em seu projeto os Hospitais, Prontos-Socorros (PSs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Segundo definição de Noélia Amaral, presidente do Fórum Permanente de Combate às Drogas, os grupos de ajuda mútua são pequenas organizações para realização de alguma meta. São formados por pessoas unidas em assistência recíproca, com o objetivo de satisfazer uma necessidade comum, superar dificuldade relacionada a um problema físico ou estilo de vida autodestrutivo, buscando uma mudança social ou pessoal.
Os grupos mais conhecidos mundialmente são os Alcoólicos Anônimos e os Narcóticos Anônimos, definidos como uma irmandade de homens e mulheres que se ajudam a resolver problemas comuns como o álcool e outras drogas de abuso. Para tanto, seus membros utilizam o programa de 12 passos que se originou da criação dos AAs em 1935 nos Estados Unidos.
No Brasil, o primeiro grupo surgiu em 1947. Posteriormente, o programa foi adotado por outros grupos como recurso de recuperação. Assim foi com os Narcóticos Anônimos. De acordo com esses princípios, formaram-se também grupo de familiares de usuários de alccol (Al-Anon) e drogas (Nar-Anon), assim como grupos para transtornos compulsivos.
Existe também o grupo chamado Amor Exigente, que há 29 anos atua no apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e também para pessoas com comportamentos inadequados. O programa luta contra tudo o que torna os jovens vulneráveis, expostos à violência, ao crime, aos acidentes de trânsito e à corrupção em todas as suas formas. O movimento conta com 11 mil voluntários, que realizam cursos e palestras.
Publicado em: 05 de setembro de 2013
Publicado por: Assessoria de Imprensa
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