O presidente da Câmara de Nova Odessa, vereador Vagner Barilon (PSDB), defende o uso de recursos do Fundo Municipal de Preservação de Recursos Hídricos, atualmente com mais de R$ 1 milhão reservados, para a contratação de um Plano de Drenagem e Recarga d’Água do Lençol Freático. A ideia é mapear todos os pontos de alagamentos, com cálculos que permitam saber exatamente quais ações são necessárias para combater de modo preventivo o problema.
No ano passado, Barilon propôs uma emenda ao projeto da LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2020 possibilitando o Plano Municipal de Drenagem e Recarga d’Água do Lençol Freático. No entanto, a proposta não chegou a ser incluída na peça orçamentária da Prefeitura. “O Plano calcula, numa determinada chuva, aonde cai a água no município e para onde ela escoa. E, dessa forma, consegue prever se dentro daquele espaço haverá enchente”, cita.
Segundo o vereador, trata-se de um plano técnico, apresentando cálculos de engenharia que mostram os volumes das precipitações chuvosas. A partir disso, consegue-se saber a real insuficiência dos pontos. “Hoje não sabemos. A gente olha o resultado, o alagamento, mas não sabe dizer se com um piscinão aguentaria o volume da chuva”, explica. “O Plano não é só para combater as enchentes que atingem os bairros Vila Azenha, Flórida, Fadel, Jardim São Jorge, Triunfo e Conceição. Serve para todos os pontos de alagamentos na cidade”, acrescenta Barilon.
Desde 2014 Barilon atua com ênfase na questão hídrica no município. Com apoio do pesquisador Rinaldo Calheiros, do IAC (Instituto Agronômico de Campinas), iniciou na época o Plano de Sustentabilidade Hídrica, um programa de produção de água para aumentar a vazão das nascentes e recuperar o lençol freático. A iniciativa busca a autossuficiência e garantir a segurança dos recursos hídricos.
Uma das ferramentas para implementar o Plano foi criar o Fundo Municipal de Preservação de Recursos Hídricos, para custear as ações. Proposto pelo prefeito Benjamim Bill Vieira de Souza (PSDB) atendendo ao pedido de Barilon, o fundo tem gestão financeira realizada pela direção da Coden (Companhia de Desenvolvimento de Nova Odessa), sob fiscalização da Secretaria do Meio Ambiente e do Comdema (Conselho Municipal de Desenvolvimento do Meio Ambiente). Os recursos são oriundos de um percentual (0,5%) dos valores cobrados na conta de água e esgoto.
O vereador cita que, com a implantação de novos loteamentos no município, aumenta a velocidade com que a água de chuva chega aos rios e córregos, devido à impermeabilização do solo. “Aumenta a perspectiva de enchentes na cidade nos próximos anos com mais locais impermeabilizados”, pondera Barilon. “É importante a gente levar a sério essa questão da drenagem no município. E o primeiro passo é criar o Plano Municipal de Drenagem“, reforça. “Impacta na vida prática da cidade”, completa.
Publicado em: 14 de fevereiro de 2020
Publicado por: Assessoria de Imprensa
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