Defendida a matrícula e permanência de irmãos em mesma escola

Nenê Réstio é autor também de requerimento sobre medidas contra violência a mulheres

Publicado em: 20 de março de 2019

A prioridade de matrícula de irmãos em uma mesma escola e atendimento específico em casos de mulheres vítimas de violência no município foram dois dos assuntos abordados esta semana na Câmara de Nova Odessa. O vereador Angelo Roberto Réstio, o Nenê Réstio (MDB), teve aprovados na segunda-feira (dia 18) dois requerimentos solicitando informações a respeito dos temas.

No primeiro documento, o parlamentar quer saber da Secretaria Municipal de Educação sobre a possibilidade de manter irmãos na mesma escola. “Acompanhei recentemente o caso de uma mãe que tinha uma filha na escola do Klavin e outra na escola Salime Abdo (Jardim Alvorada), entrando no mesmo horário, às 13h”, relata. “Isso dificulta muito a vida dos pais ou responsáveis”, aponta.

“Com este requerimento tento buscar solução para este tipo de problema e facilitar a vida dos pais”, reforça Nenê Réstio. O vereador cita o exemplo da Escola Sesi de Nova Odessa. “Ajuda não apenas no transporte das crianças e adolescentes, mas também nas reuniões e outras atividades que envolvam a família dos estudantes”, acrescenta.

O objetivo é garantir a convivência familiar de irmãos no ambiente escolar e acabar com as dificuldades enfrentada por alguns pais e mães. Nenê Réstio também menciona a existência de projeto de lei que pretende disciplinar o assunto no âmbito nacional. “Mas enquanto isso não é definido em nível de Brasil, queremos a regulamentação em Nova Odessa”, completa.

No outro requerimento, Nenê Réstio pede informações da Prefeitura e da Delegacia de Polícia Civil sobre os casos de mulheres vítimas de violência. “É um problema social que deve ser amplamente combatido em todas as suas formas”, diz. A situação é caracterizada pela ação ou omissão baseada no gênero que causa morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial.

“Além da parte humanitária, a violência custa caro aos cofres públicos e à sociedade, gerando custos de atendimento em Saúde, Assistência Social, Segurança Pública e Educação”, reitera o vereador. Nenê Réstio lembra que somente até o início do mês de março foram registrados cinco casos de feminicídio entre as 20 cidades da RMC (Região Metropolitana de Campinas).


Publicado por: Assessoria de Imprensa

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