Vereadora defende modernização do Banco de Currículos no PLT

Ex-secretária de Desenvolvimento Econômico, Carol Moura sugere medidas ao Posto de Trabalho  

Publicado em: 13 de fevereiro de 2020

A vereadora Carol Moura (Podemos) teve aprovado esta semana na Câmara um requerimento no qual pede informações da Prefeitura de Nova Odessa, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, sobre o tempo de armazenamento dos currículos recebidos, além da atualização do banco de dados do Posto Local de Trabalho (PLT), para facilitar a busca por emprego pelos cidadãos e as empresas.

“O PLT é onde muita gente encontra a forma de distribuir currículos e precisa ser modernizado”, aponta Carol Moura. Ex-secretária de Desenvolvimento Econômico, a vereadora afirma ter sido procurada por munícipes com relação ao banco de dados. Ela quer saber quanto tempo ficam armazenados, como é feita a atualização, se ainda existem dados em papel e se tem como serem digitalizados.

“Precisa ser atualizado o banco de dados, pra ficar mais veloz e ágil. E não ter casos em que empresas entram em contato com candidatos e são informadas de que já estão contratados”, explica Carol Moura. “Estamos no século 21 e a informação flui com muita velocidade. A gente nem procura mais; as informações chegam até nós através do celular e outros meios”, reforça a vereadora.

Zap Emprega – No período em que comandou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Carol Moura implantou o ‘Zap Emprega Nova Odessa’, um canal aberto para informar as vagas disponíveis no Posto Local de Trabalho. Por meio do aplicativo WhatsApp, o serviço permitia a troca de mensagens entre currículos e os interessados em pedidos de informações sobre emprego.

Os candidatos que enviassem uma mensagem para um determinado número de telefone eram adicionados a uma lista de transmissão. A partir daí, os usuários eram cadastrados e passavam a receber diariamente as ofertas disponíveis no PLT. O cidadão também tinha a opção de enviar o currículo, em formato PDF, para que fosse inserido no banco de currículos do posto.

Os portfólios eram então encaminhados às empresas que tinham interesse. “Era uma nova dinâmica na relação entre quem procura emprego e quem está procurando candidatos”, recorda Carol Moura. “Assim as pessoas não precisavam se deslocar até o PLT”, frisa. Os currículos ficavam no “banco de talentos” durante 90 dias. “Emprego significa comida na mesa do cidadão novaodessense”, completa.


Publicado por: Assessoria de Imprensa

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