Tiãozinho quer campanha de conscientização sobre a doença ‘mão-pé-boca’

Vereador diz que a doença é uma virose infantil, pouco conhecida pela população

Publicado em: 14 de junho de 2018

Através do requerimento 318, protocolado esta semana, o vereador Sebastião Gomes dos Santos, o Tiãozinho do Klavin (MDB), pede informações do Executivo sobre a implantação da campanha de conscientização sobre a doença mão-pé-boca ou HFMD, sigla em inglês. A virose é uma enfermidade, provocada pelo vírus Coxsackie, que tem contagio oral/fecal e, em geral, não traz complicações graves para as crianças, mas pode ser bem dolorosa e sofrida para os pequenos pacientes.

 

“Bem como não conhecia até pouco tempo, é importante que os pais conheçam a doença até para que o diagnóstico seja rápido. Cada vez mais tem sido comum vermos crianças com esta virose dolorida e, de fácil contágio em creches, por conta das crianças colocarem tudo na boca, passa facilmente de um para o outro. A prevenção é sempre o melhor remédio”, ressaltou o parlamentar.

 

Conheça a doença
A doença mão-pé-boca, que em inglês é HFMD, é uma enfermidade contagiosa causada pelos vírus Coxsackie da família dos enterovirus que habitam normalmente o sistema digestivo que também podem provocar estomatites. Embora possa acontecer também nos adultos, ela é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade.


Os sinais característicos da doença mão–pé-boca são: febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões; aparecimento na boca, amidalas e faringe de manchas vermelha com vesículas branco-acinzentadas no centro que podem evoluir para ulcerações muito dolorosas; e erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas pernas e pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas e na região genital.


A transmissão se dá pela via fecal/oral, através do contato direto entre as pessoas ou com as fezes e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperar, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas.


O diagnostico é clínico, baseado nos sintomas. O tratamento é feito com antitérmicos e anti-inflamatórios. Os medicamentos antivirais ficam reservados para casos mais graves. O ideal é que o paciente permaneça em repouso e tome bastante líquido.

 


Publicado por: Assessoria de Imprensa

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